d'Agonia
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Sim. Os Lenços de Viana disponíveis na d’Agonia são produtos originais, selecionados com respeito pela tradição, pelas cores e pela identidade de Viana do Castelo. Trabalhamos para que cada peça represente de forma autêntica aquilo que faz parte da nossa cultura e da nossa história.
As encomendas de Lenços de Viana disponíveis em stock são preparadas e expedidas no dia útil seguinte à realização da compra. Assim que a encomenda sair das nossas instalações, receberá a respetiva informação de envio.
Sim. Os Chocolates Vianense disponíveis na d’Agonia são produtos originais da marca Vianense. Uma das marcas históricas ligadas à cidade e uma forma doce de levar um pouco de Viana consigo ou de oferecer a alguém especial.
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Claro. Lenços de Viana, Chocolates Vianense e outras peças inspiradas na cidade são uma forma especial de oferecer um pouco de Viana. Para quem nasceu cá, para quem vive longe ou simplesmente para quem guarda Viana no coração.
Chocolate Avianense
Lenço de Viana e do Minho
d'Agonia
código 4900
Em cada peça da d’Agonia mora um pedaço de Viana do Castelo. Há o brilho das mordomas, o peso do ouro, o bordado minucioso das saias e o rumor do mar que chega pela Ribeira. As nossas coleções não nascem apenas de um processo criativo. Nascem de uma devoção. São o resultado de um olhar apaixonado sobre a cidade, a sua romaria e as suas gentes. São a tradução contemporânea de um património que continua vivo.
A d’Agonia é, antes de tudo, um gesto de amor à terra. Um tributo à Senhora da Agonia, às lavradeiras, aos tocadores de concertina e aos que vestem o traje com o mesmo orgulho com que se veste uma história. Em cada produto há uma homenagem às mãos que bordam, ao linho que seca ao vento e às cores que só o Minho conhece. Essa é a matéria-prima das nossas coleções: o tempo, a fé e o sentimento.
As coleções da d’Agonia nascem de temas que atravessam a identidade vianense. Inspiram-se nos trajes, nas festas, nos símbolos religiosos e populares que fazem parte do imaginário coletivo. Cada uma é uma leitura moderna das tradições que as páginas de “A Falar de Viana” registam com tanto rigor e carinho.
Há coleções que celebram a Senhora da Agonia, rainha das romarias e ícone de fé e devoção. Outras falam das mulheres do Minho, das mordomas que transformam o ouro em poesia. Outras ainda evocam o mar e os pescadores, o linho e o bordado, o folclore e a música que ecoa nas ruas durante as festas de agosto.
Não seguimos modas. Seguimos memórias. O que criamos não é reprodução. É interpretação. Cada produto da d’Agonia, seja uma peça têxtil, uma ilustração, uma joia ou um objeto de decoração, é pensado como quem borda um lenço. Devagar, com intenção. Cada detalhe tem uma razão. Cada cor tem uma raiz.
O ouro vianense é mais do que adorno. É linguagem. É símbolo de prosperidade e de fé, mas também de resistência. Nas nossas peças o dourado aparece como um aceno a essa herança. Surge nas linhas finas de uma tipografia, no brilho discreto de uma embalagem, na luz que percorre uma estampa. É o eco das arrecadas e dos corações de Viana, reinventado em traço contemporâneo.
O linho é outro elemento essencial. Matéria humilde, nascida da terra, trabalhada com paciência e orgulho, é o tecido que une gerações. As coleções da d’Agonia trazem-no como símbolo de pureza e autenticidade. Mesmo quando não está fisicamente presente, o seu espírito está lá, na textura, na simplicidade e na honestidade do design.
E o mar. O mar é presença constante, como nas crónicas antigas que contam a vida dos pescadores, das mulheres que esperavam à beira-rio, dos ex-votos oferecidos à Senhora em promessa de regresso. É ele que dá movimento às nossas criações. As ondas inspiram as curvas, o azul inspira o ritmo, a água é a metáfora de um povo que parte mas nunca se esquece de voltar.
As coleções da d’Agonia habitam esse território de equilíbrio que define Viana. Entre o sagrado e o popular. Entre a devoção e a festa. As nossas peças podem ser usadas com orgulho num dia comum ou num momento de celebração. São objetos que transportam o espírito da romaria para o quotidiano.
Há peças que nascem da inspiração dos cortejos, com as suas cores intensas e o brilho das mordomas. Outras refletem o silêncio do santuário, o recolhimento dos fiéis, o som dos sinos na tarde de domingo. Cada uma procura esse ponto de encontro entre a fé e a alegria, entre o respeito e a criatividade.
É esse diálogo que faz da d’Agonia uma marca singular. Não se trata de vender produtos. Trata-se de preservar uma linguagem. O que aqui se cria é continuidade. É o mesmo gesto das mulheres que bordavam os lenços de namorados, agora traduzido num design que fala a linguagem do presente sem trair a alma do passado.
As nossas coleções são o resultado de uma investigação constante sobre a história e a cultura de Viana do Castelo. Lemos as edições antigas de “A Falar de Viana”, visitamos os museus, conversamos com as bordadeiras e com os que guardam o saber antigo. Cada nova coleção é um exercício de respeito e reinvenção.
Os motivos florais dos trajes, os padrões dos lenços, os ditos populares, os versos das rusgas, tudo serve de matéria de criação. Trabalhamos com artistas e artesãos locais para dar forma a ideias que respeitam o ADN da cidade. As técnicas tradicionais convivem com métodos modernos de produção e o resultado é uma fusão entre autenticidade e contemporaneidade.
Assim surgem as coleções de estampas inspiradas nos lenços minhotos, as séries limitadas de cerâmica e de têxteis, os artigos que recuperam ditados e versos vianenses. Cada uma destas peças conta uma história e todas juntas constroem um retrato de Viana vista de dentro.
A d’Agonia não é apenas uma marca. É um manifesto pela preservação da identidade cultural. O nosso compromisso é duplo: manter viva a tradição e projetá-la no futuro. Por isso trabalhamos lado a lado com artesãos, fotógrafos, historiadores e músicos, criando pontes entre ofícios antigos e novas linguagens criativas.
As coleções têm também uma dimensão pedagógica. Queremos que cada produto conte algo, que desperte curiosidade, que faça o público procurar saber mais sobre as festas, o folclore, o artesanato e a história de Viana. Cada peça é acompanhada de um contexto, uma breve história, uma data, uma citação. Acreditamos que comprar também pode ser um ato de cultura.
Ser de Viana é saber cuidar da terra e do mar. A sustentabilidade não é uma tendência para nós. É uma herança. Por isso privilegiamos materiais locais e recicláveis, trabalhamos com produtores regionais e evitamos o desperdício. O que fazemos nasce com tempo e intenção. Tal como o bordado que só ganha alma quando é feito com amor.
Cada embalagem é pensada para durar, cada tecido é escolhido pela sua origem, cada impressão respeita o ambiente. Acreditamos que a beleza deve andar de mãos dadas com a responsabilidade. Criar com consciência é também honrar Viana.
Há coleções que falam do traje e do ouro. Há outras que nascem das cores da festa ou dos sons da concertina. Outras evocam a Ribeira, o peixe, o linho, o rio Lima. Outras ainda nasceram do amor, como os lenços de namorados bordados com promessas. E todas têm o mesmo coração.
Cada coleção é pensada como um capítulo de uma narrativa maior: a história viva de Viana do Castelo. Cada lançamento é uma celebração e uma continuidade. Não há pressa. Há ritmo. O ritmo das festas, dos sinos, das romarias. Criamos quando sentimos que algo merece ser celebrado, não quando o mercado o exige.
Assim, a coleção “Agosto” celebra o mês das Festas d’Agonia. A “Lavradeira” homenageia a mulher vianense, com as suas saias, algibeiras e colares. A coleção “Ribeira” inspira-se nas cores do rio e nas casas antigas que o espelham. A “Santuário” celebra o silêncio e a luz que atravessa o altar da Senhora da Agonia. A “Cortejo” transforma o movimento e o brilho das mordomas em forma gráfica. E a coleção “Lume” é a chama da devoção que nunca se apaga.
Tudo o que fazemos nasce dessa certeza. Viana é amor. Amor nas mãos que criam, amor nas ruas que dançam, amor nas pessoas que voltam todos os anos para viver as festas como se fosse sempre a primeira vez. A d’Agonia quer ser parte desse sentimento coletivo. Quer ser a memória que se leva consigo, o objeto que fica, o gesto que se repete.
Por isso dizemos que cada coleção é uma promessa. Uma promessa de respeito, de beleza e de continuidade. Não é apenas design. É pertença. É uma forma de dizer “havemos de ir a Viana”, mesmo quando se está longe. É um modo de levar consigo a essência de uma cidade que vive entre o mar e o monte, entre o sagrado e o popular, entre a fé e o riso.
O futuro da d’Agonia é o mesmo que o de Viana: continuar a celebrar sem esquecer. Continuar a criar sem perder o sentido do que nos fez ser quem somos. As coleções que virão nascerão das mesmas fontes: a cultura, a devoção, o amor. Queremos que cada nova peça fale daquilo que nos une. Que as próximas gerações encontrem aqui um espelho onde se revejam e um caminho por onde sigam.
Enquanto houver quem dance o vira, quem borde um lenço, quem vista o traje, a d’Agonia continuará a existir. Porque o seu propósito é o mesmo das festas: celebrar a vida. Viana é cultura viva, não museu. As nossas coleções são uma ponte entre o passado e o presente, entre a mordoma e o designer, entre o ouro antigo e a luz moderna.
Cada peça é um pequeno altar à memória e à beleza. Cada coleção é uma declaração de amor a Viana.